O que seria um dia de lazer acabou em
tragédia para um jovem limoeirense de 16 anos. Neste sábado (06), feriado municipal
da Emancipação Política de Limoeiro, um jovem identificado por Gabriel Silva,
16 anos, residente no Bairro da Cohab Velha, em Limoeiro, morreu afogado nas
águas represadas da Barragem de Carpina, local popularmente chamado de “Prainha”,
localizada na Comunidade de Ribeiro Grande, Zona Rural de Limoeiro.
Segundo informações de populares, por
volta das 12h30, Gabriel mergulhou e não conseguiu mais sair da água.
Informações iniciais ainda indicaram que o seu corpo foi retirado por
pescadores que trabalhavam no local. Em contato com a reportagem do Blog do
Agreste, o presidente da Colônia de Pescadores de Ribeiro Grande, Jailson
Silva, contou que um pescador experiente da comunidade ainda tentou salvar o
jovem que pedia socorro sucessivamente, mas não deu tempo de chegar ao local
onde a vítima estava.
O seu corpo foi encaminhado ao
Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife, para os procedimentos necessários,
e em seguida conduzido a residência da família, onde neste domingo (07)
acontecerá o sepultamento. Nas redes sociais, amigos postam diversos
depoimentos lamentando a tragédia e externando o sentimento de saudade. “O
tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo… ' - tmj
sempre ein parceiro, vai deixar saudades ' ;xx , a gente brigava as vezes,
ficava no peido um com outro, mais você era nossa parceiro vei, ;// ' vai fazer
falta pra kray, tu vindo daquele hiper de 18:00, na tua bike feia pra kraay '
:///, com aquela tua voz feia . vai deixar saudade parceiro, mais a gente tem
mts histórias juntos, coom a galera ! VAI COM DEUS GABRIÉ ! :///”, postou Hygor
Oliveira.
Perigo – Segundo o presidente da
Colônia dos Pescadores de Ribeiro Grande, esse não foi o primeiro caso de
afogamento na “Prainha”. Ele revelou que no passado foram feitos diversos açudes
na área o que deixou a localidade com muitas irregularidades. “Ninguém
imaginava que um dia a barragem seria utilizada para abastecimento e
comportaria toda essa água. Por isso existem inúmeros buracos dentro da prainha,
o que muitos desconhecem. Às vezes as pessoas visualizam a rede de arrasto bem
no nível da água e acabam entrando sem saber do perigo”, explicou o pescador.
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